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Ansiedade: quais os tipos que existem e como tratar cada um?

A ansiedade é uma reação natural do organismo quando encontra-se diante de uma situação adversa ou de perigo iminente. É graças a ela que o indivíduo consegue responder rapidamente quando encontra-se em alguma circunstância ameaçadora, física ou psicológica. No entanto, quando ela ultrapassa os limites da normalidade, sendo persistente e prejudicando a qualidade de vida, é caracterizada como um distúrbio.

Mas mesmo o distúrbio de ansiedade é um termo ainda muito genérico, porque existem diferentes tipos e tratamentos. Veja a seguir quais são os principais.

Transtorno de Ansiedade Generalizada

É o tipo mais comum de ansiedade e normalmente se caracteriza por um sentimento persistente de preocupação excessiva. No diagnóstico, o especialista costuma considerar sintomas como irritabilidade, sensação constante de “nervos à flor da pele”, falta de concentração e foco, dificuldades para dormir, cansaço acima do normal, inquietação. Normalmente, a associação de sinais é o que indica o distúrbio.

O tratamento deve ser orientado pelo médico, mas costuma ser centrado no uso de medicamentos ansiolíticos. Eles agem de diversas formas, principalmente potencializando a ação de neurotransmissores que regulam o Sistema Nervoso Central, para reduzir a ansiedade e agressividade, possivelmente decorrentes dela.

Fobias

As fobias se caracterizam pelo medo persistente e acima do normal provocado por situações específicas. Por exemplo: na agorafobia, o paciente tem aversão a lugares cheios de pessoas; na fobia social, o problema são contextos que exigem interação social; quem sofre de aracnofobia pode entrar em pânico se encontrar uma aranha em casa.

Nesse tipo específico de distúrbio, a sensação de perigo é despertada por algo bem específico e que, na realidade, representa pouca ou nenhuma ameaça. Ao se deparar com aquela situação que motiva a fobia, há um desencadeamento de sinais físicos e psicológicos, como sensação intensa de ansiedade, taquicardia, sudorese e até dificuldade para respirar.

O tratamento pode seguir basicamente três alternativas de abordagem: acompanhamento psicoterapêutico, medicação ou a união dos dois. Apenas o especialista pode indicar a melhor opção para cada paciente.

Transtorno de estresse pós-traumático

Outro tipo de distúrbio de ansiedade, relacionado ao fato de o paciente ter sido vítima direta ou presenciado alguma situação traumática de violência, morte ou perigo extremo. Entre os sintomas estão os pesadelos ou lembranças involuntárias frequentes do episódio em questão; sentimento de incapacidade de se defender de qualquer situação adversa; crises de pânico; aversão a qualquer contexto que possa remeter ao fato.

Nesses casos, o tratamento costuma ser pautado na Terapia Cognitivo-Comportamental, para ajudar o paciente a trabalhar interiormente a experiência vivenciada, de forma saudável, a fim de superar o trauma. Quando necessário, a terapia pode ser associada a medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos, dependendo de cada caso.

Além desses exemplos, existem outros tipos de ansiedade, como o transtorno de pânico, mutismo seletivo, distúrbio de ansiedade induzido por substâncias psicotrópicas entre outros. O mais importante é que o tratamento adequado depende das condições de cada paciente, ou seja, é totalmente individualizado.

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